Polícia federal brasileira recomenda processar armador, capitão e engenheiro-chefe para derramamento de óleo de 2019

A Polícia Federal do Brasil concluiu uma investigação de dois anos sobre um grande vazamento de óleo na costa do país no verão de 2019 e recomendou em um relatório submetido ao Poder Judiciário Federal do Rio Grande do Norte que fossem feitas acusações contra um óleo grego petroleiro – que até agora não foi citado publicamente – assim como seu capitão e engenheiro-chefe. Se outras ações forem decididas, eles serão indiciados por crime de poluição e descumprimento de obrigações ambientais. O Brasil também deve buscar o pagamento por danos; o custo da limpeza do óleo foi de quase US $ 48 milhões.

Entre agosto de 2019, quando o vazamento foi descoberto pela primeira vez, e março de 2020, o óleo atingiu mais de 2.250 km de costa no nordeste do Brasil. Mais de 4.500 toneladas de óleo foram recuperadas do oceano e das praias.

“A Polícia Federal, com base nas provas e outros elementos de condenação produzidos, concluiu que existiam indícios suficientes de que um petroleiro de bandeira grega foi o responsável pelo lançamento da substância oleaginosa que atingiu a costa brasileira”, afirmou a Polícia em 2 de dezembro.

Em novembro de 2019, Autoridades brasileiras disseram que o Bouboulina (na foto), de propriedade da Grécia Delta Tankers, foi responsável pelo derramamento. A Delta Tankers negou a reclamação.

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