Líderes do Senado do Brasil oferecem apoio a tribunais que enfrentam ataques de Bolsonaro

O presidente do Senado do Brasil, Rodrigo Pacheco, durante uma sessão do Senado Federal em Brasília, Brasil, 11 de fevereiro de 2021. Foto tirada em 11 de fevereiro de 2021. REUTERS/Adriano Machado

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BRASÍLIA, 16 Mai (Reuters) – Líderes do Senado brasileiro estão intensificando o apoio ao Judiciário, uma vez que está sob novo ataque do presidente Jair Bolsonaro, que está se preparando para uma campanha de reeleição questionando a integridade do sistema de votação administrado pelo tribunais.

O presidente de extrema direita, que está atrás na corrida presidencial, chamou as urnas eletrônicas do país de vulneráveis ​​a fraudes sem fornecer provas. Isso levantou preocupações de que ele não vai admitir a derrota se seu rival de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva vencer na eleição de outubro.

Os juízes da Suprema Corte, que dizem que o sistema de votação que supervisionam é seguro e transparente, pediram ao Senado que ofereça mais apoio público às instituições democráticas sob o fogo de Bolsonaro, disseram pessoas envolvidas nas negociações à Reuters.

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Um grupo de senadores organizou reuniões entre parlamentares e ministros de alto escalão, pressionando com sucesso o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a tomar uma posição pública mais contundente, disseram as fontes, que pediram anonimato para discutir reuniões privadas.

“É inacreditável que em 2022, com todos os problemas que o país enfrenta, ainda tenhamos que defender a democracia desses ataques”, tuitou Pacheco na sexta-feira.

Esse foi o último resultado público da força-tarefa informal de senadores e ministros montando uma defesa compartilhada do processo eleitoral do Brasil, vários dos quais se reuniram na quarta-feira em um jantar oferecido pela senadora Katia Abreu, disseram fontes.

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“Não vou deixar a Suprema Corte isolada”, disse Pacheco a vários ministros da Suprema Corte no jantar, segundo um senador presente.

Pacheco também se reuniu formalmente nas últimas semanas com o chefe do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, e disse publicamente que não há motivos para duvidar do sistema de votação eletrônica fiscalizado de forma transparente pelos tribunais.

Na Câmara dos Deputados, o deputado Arthur Lira também defendeu a integridade das urnas eletrônicas utilizadas no Brasil nas últimas duas décadas. No entanto, os senadores e juízes que discutem o assunto informalmente não envolveram Lira tão diretamente, dada sua estreita relação de trabalho com Bolsonaro.

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Reportagem de Maria Caroloina Marcello e Ricardo Brito em Brasília Redação de Anthony Boadle Edição de Brad Haynes e Matthew Lewis

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