Juiz questiona confederação brasileira sobre possível preconceito anti-gay

Um juiz do Rio de Janeiro deu à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) 48 horas para explicar por que nenhum de seus jogadores na Copa América está vestindo a camisa 24, número que costuma ser associado a homossexuais no país.

O atual campeão, o Brasil, registrou um elenco completo de jogadores para a Copa América, mas, ao contrário dos outros nove times, nenhum deles recebeu a camisa 24, de acordo com os demandantes no caso, o grupo de direitos LGBT Rainbow Citizens.

No jogo ilegal de azar do Brasil, o nº 24 está ligado ao veado, que tem conotações homossexuais no Brasil. Muitos jogadores brasileiros no passado se recusaram a usar o número para seus clubes.

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Um juiz pediu à CBF que explicasse se a decisão de não distribuir a camisa 24 foi deliberada, quem dentro da organização é responsável pela escolha dos números e se os órgãos dirigentes do futebol têm orientações sobre o registro dos números dos jogadores.

A CBF não respondeu aos pedidos de comentários.

“A luta da comunidade LGBTQIA + para acabar com a discriminação contra seus integrantes, com o reconhecimento de seus direitos à plena convivência na sociedade, é amplamente conhecida”, disse o desembargador Ricardo Cyfer.

A Copa América começou em 13 de junho e termina em 10 de julho.

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