Jaguares podem ser reintroduzidos no sudoeste dos EUA, diz estudo | Animais selvagens

Os jaguares podem ser reintroduzidos no sudoeste dos Estados Unidos, onde a caça e a perda de habitat levaram à extinção dos grandes felinos, afirma um novo estudo.

Cientistas e outros ambientalistas defendem a necessidade de trazer de volta o terceiro maior gato grande, depois de tigres e leões, no Arizona e no Novo México em um artigo publicado na revista Ciência e prática da conservação.

Os autores acreditam que a restauração de onças pode ser um benefício líquido para as pessoas, bem como para o “patrimônio cultural e natural” dos estados em questão.

“Vemos a reintrodução da onça-pintada nas montanhas do Arizona central e do Novo México como essencial para a conservação das espécies, restauração do ecossistema e reflorestamento”, afirma o jornal.

Os autores dizem que uma área de mais de 31.800 milhas quadradas pode suportar de 90 a 150 onças-pintadas adultas, uma população que pode ser viável por pelo menos 100 anos. A última onça pintada conhecida na região foi caçada em 1964, segundo o jornal. Matar um jaguar é ilegal segundo as leis estaduais e federais.

Onças-pintadas são encontradas principalmente na América do Sul, na Bacia Amazônica, embora também existam populações na América Central.

Em 2019, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA lançou um Plano de recuperação do Jaguar mas não incluiu a região agora proposta por cientistas.

Mais de 68% dessa região é administrada pelo Serviço Florestal dos Estados Unidos, pelo Bureau of Land Management e pelo National Park Service. As tribos White Mountain e San Carlos Apache administram cerca de 13% das terras.

O estudo indica que a área proposta é um habitat potencial para a onça-pintada devido à disponibilidade de água e presas: as onças capturam suas presas, incluindo peixes, tartarugas e até jacarés.

A área proposta pelo estudo também está relativamente livre de perturbações humanas. Cerca de 1,1% foi desenvolvido para usos urbanos, lavouras ou pasto ou feno, segundo o estudo.

Os autores do estudo incluem cientistas da Wildlife Conservation Society, do Center for Landscape Conservation, dos Defenders of Wildlife, da Wildlands Network, da Pace University, da Universidad Autónoma de Querétaro, da Life Net Nature e do Center for Biological Diversity.

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