Funcionários do Facebook estão preocupados com anúncios chineses retratando muçulmanos felizes em Xinjiang

HONG KONG— Facebook Inc. Banido na China, no entanto Pequim é um grande usuário da plataforma Para divulgar suas opiniões políticas a centenas de milhões de pessoas no exterior, às vezes por meio de anúncios.

Agora, alguns funcionários do Facebook estão levantando preocupações sobre painéis de mensagens internos e em outras discussões de funcionários de que a empresa está sendo usada como um canal de propaganda do governo, destacando postagens patrocinadas por organizações chinesas que afirmam mostrar as minorias étnicas muçulmanas uigures prosperando na região chinesa de Xinjiang, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto.

Os Estados Unidos e alguns governos europeus dizem que sim é Pequim Genocídio Contra os uigures, citando uma campanha que inclui doutrinação política, Detenção em massa E esterilização forçada.

O Facebook ainda não decidiu se vai agir de acordo com as preocupações, dizem pessoas a par do assunto. Uma pessoa disse que a empresa está monitorando como organizações internacionais como as Nações Unidas estão respondendo à situação em Xinjiang. As Nações Unidas conclamou esta semana as empresas que administram negócios relacionados a Xinjiang a “exercerem a devida diligência de direitos humanos” em suas operações.

Um porta-voz do Facebook disse que os anúncios lançados por Pequim relacionados a Xinjiang não violam as políticas atuais, desde que os anunciantes sigam as regras do Facebook ao comprá-los. Ele disse que a empresa está monitorando relatórios de situação em Xinjiang “para ajudar a informar nossa abordagem e devida diligência sobre este assunto.”

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