‘Flurona’, a combinação de COVID e gripe, diagnosticada no Brasil

Brasília: O sistema hospitalar brasileiro pode estar em risco com uma onda de gripe se espalhando pelo país no momento em que a cepa Omicron se instala.

Algumas pessoas foram atingidas por infecções consecutivas – ou até mesmo contraíram as duas ao mesmo tempo, o que foi apelidado de “flurona”. Já aconteceu em pelo menos três estados até agora e os especialistas dizem que esse número tende a crescer à medida que o Omicron, uma variante mais contagiosa do coronavírus, se torna mais prevalente.

No Oriente Médio, Israel relatou seu primeiro caso de diagnóstico combinado, uma mulher grávida infeliz o suficiente para pegar as duas doenças ao mesmo tempo.

Os hospitais brasileiros estão preparados para pacientes que lutam contra dois vírus simultaneamente. Crédito:Getty Images da América do Sul

“Não é uma surpresa, considerando que existem dois vírus altamente infecciosos circulando no Brasil em um momento em que as pessoas estão sendo menos cuidadosas com o uso de máscaras e com o distanciamento social”, disse Jean Gorinchteyn, secretário de Saúde do Estado de São Paulo, um dos os três estados que notificaram casos de infecções simultâneas.

Cerca de 60 por cento dos casos de COVID testados em São Paulo, o estado mais populoso do Brasil, derivam do omicron, disse ele, acrescentando que a cepa provavelmente se tornará dominante em duas semanas.

O impacto na saúde de infecções consecutivas ou simultâneas ainda é amplamente desconhecido. O médico de saúde pública Claudio Maierovitch, ex-diretor da agência nacional de saúde, diz que os diferentes vírus se multiplicam independentemente, e ser atingido por duas cepas diferentes de COVID ao mesmo tempo é provavelmente um cenário mais preocupante. Ainda assim, Estevão Urbano, diretor da Sociedade de Doenças Infecciosas do Brasil, vê o risco potencial de alguém que tem gripe e COVID exigindo mais cuidados.

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“Para o sistema hospitalar, só o fato de ter um aumento da gripe e do coronavírus já é um risco”, disse Urbano. “A maioria dos casos não exigirá hospitalização, mas se o volume de infecções for muito alto, uma pequena porcentagem já é suficiente para sobrecarregar os hospitais.”

O Brasil assistiu a uma relativa calmaria nos números do COVID, embora os dados tenham sido afetados por uma interrupção persistente dos sistemas do Ministério da Saúde depois que foram atingidos por hackers no mês passado. Os casos confirmados raramente ultrapassam 10.000 por dia, uma fração dos mais de 100.000 relatados no auge da pandemia, enquanto as mortes ficaram abaixo de 150 por dia. Os números devem crescer à medida que a Omicron se espalha e após duas semanas de comemorações de fim de ano que viram reuniões familiares e destinos turísticos lotados.

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